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  <title>DSpace Communidade: Inclui coleções provenientes das áreas de Direitos e Justiça Territorial e Políticas e Programas de Acesso à Terra</title>
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  <subtitle>Inclui coleções provenientes das áreas de Direitos e Justiça Territorial e Políticas e Programas de Acesso à Terra</subtitle>
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  <updated>2026-04-06T02:56:27Z</updated>
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    <title>Prêmio Sistemas Agrícolas Tradicionais do Semiárido : Dom Helder Câmara</title>
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      <name>Silva, Aline Oliveira</name>
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      <name>Ordônio, Iran Neves</name>
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      <name>Holanda, Jeisy dos Santos</name>
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      <name>Silva, José Augusto Malta da</name>
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      <name>Duarte, Maria Conceição Lino e Pedro</name>
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      <name>Araújo, Paulo César Soares de</name>
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      <name>Pereira, Priscila</name>
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    <updated>2025-01-02T20:38:18Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Prêmio Sistemas Agrícolas Tradicionais do Semiárido : Dom Helder Câmara
Autor(es): Silva, Aline Oliveira; Silva, Cristiane Ribeiro da; Ribeiro, Eliane das Virgens Sousa; Soares, Edinei Dias; Ordônio, Iran Neves; Holanda, Jeisy dos Santos; Silva, José Augusto Malta da; Duarte, Maria Conceição Lino e Pedro; Santos, Osvaldina Rosalina dos; Santos, Ozaneide Gomes dos; Araújo, Paulo César Soares de; Pereira, Priscila; Lermen, Vilmar Luiz
Resumo: O semiárido brasileiro é o berço de povos tradicionais que manejam a Caatinga e possuem conhecimentos transmitidos que se somam a cada nova geração. Tais conhecimentos permitem o aproveitamento de água, o manejo de caprinos “pé-duro” (raça crioula resultante de seleção natural), a ampla utilização da flora (alimentação, saúde, ração animal) e o desenvolvimento de variedades adaptadas às necessidades regionais. Ao longo de gerações, os povos da Caatinga desenvolveram sistemas agrícolas tradicionais (SAT) que lhes permitiram conviver com o semiárido. São guardiãs e guardiões do conhecimento sobre o manejo de plantas, de suas propriedades e usos medicinais, sobre a milenar técnica de busca de águas subterrâ- neas com forquilhas (conhecida como hidroestesia) e sobre os sinais da natureza que antecedem as secas prolongadas e as chuvas. Tais SAT são plurais e únicos, pois representam a evolução de comunidades humanas em um relacionamento intrincado com seu território, paisagem cultural ou agrícola ou ambiente biofísico e social mais amplo no qual a resiliência foi desenvolvida e adaptada para lidar com os riscos naturais, novas tecnologias e mudanças nas situações sociais e políticas, de modo a garantir soberania e segurança alimentar. Esse desenvolvimento de conhecimentos, estratégias e processos que permitem manter a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos essenciais se deve a inovação contínua, transferência entre gerações e troca de conhecimentos com outras comunidades. A riqueza e a amplitude do conhecimento e da experiência acumulados na gestão e no uso de recursos constituem um tesouro globalmente significativo, o qual precisa ser promovido e conservado de forma que continue a evoluir em suas características adaptativas e de resiliência.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Superação da pobreza rural no semiárido brasileiro: a trajetória do Projeto Dom Hélder Câmara</title>
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      <name>Barbosa, Antonio Gomes</name>
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      <name>Favareto, Arilson</name>
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      <name>Ramos, Carlos Henrique de Souza</name>
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      <name>Santos, Elizângela Aparecida dos</name>
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      <name>Melo, Janine</name>
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      <name>Silva, Lidiane Samara da</name>
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      <name>Moura, Maria da Conceição Dantas</name>
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      <name>Lima, Paola Hernandez Cortez</name>
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      <name>Mourão, Patrícia de Lucena</name>
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      <name>Miranda Filho, Reinaldo José de</name>
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    <updated>2024-12-06T12:05:22Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Superação da pobreza rural no semiárido brasileiro: a trajetória do Projeto Dom Hélder Câmara
Autor(es): Barbosa, Antonio Gomes; Favareto, Arilson; Ramos, Carlos Henrique de Souza; Favarão, Cesar; Rodrigues, Cristiana Tristão; Cunha, Dênis Antônio da; Santos, Elizângela Aparecida dos; Bayle, Emmanuel; Bianchini, Fabricio; Curado, Fernando; Vieira, Hardi; Camboim, Iorrana Lisboa; Melo, Janine; Oliveira, Lais Rosa; Silva, Lidiane Samara da; Miranda, Luciana de Oliveira; José Braga, Marcelo; Dias, Marcelo Miná; Moura, Maria da Conceição Dantas; Ávila, Mario Lucio; Vieira, Ludgero Cardoso Galli; DelGrossi, Mauro Eduardo; Perafán, Mireya Valencia; Lima, Paola Hernandez Cortez; Mourão, Patrícia de Lucena; Miranda Filho, Reinaldo José de; Fortini, Rosimere Miranda; Vahdat, Vahíd
Resumo: O livro “Superação da pobreza rural no semiárido brasileiro: a trajetória do Projeto Dom Hélder Câmara” reúne um seleto grupo de 28 pesquisadoras e pesquisadores, numa perspectiva de paridade de gênero e de diversidade das instituições do Brasil que atuam na temática, com o objetivo de apresentar o conhecimento acumulado sobre a superação da pobreza no semiárido e sistematizar a trajetória do Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC), ao longo de seus 20 anos de existência. O PDHC é executado pela Secretaria de Governança Fundiária, Desenvolvimento Territorial e Socioambiental do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (SFDT/MDA) em parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA/ONU). Ao longo das duas fases do projeto, foram benefi ciadas com suas ações, 101.587 famílias de agricultores(as) rurais familiares na região semiárida brasileira, ocorrida a primeira fase entre os anos de 2001 e 2010, que abrangeu seis estados da região Nordeste do Brasil sendo: Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, e a segunda fase no período de 2014 a 2024, contemplando toda a região semiárida brasileira nos nove estados da região Nordeste e nos estados de Minas Gerais e Espirito Santo. As atividades do projeto são realizadas, principalmente, por meio da oferta integrada de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), inovações tecnológicas e recursos, buscando promover sistemas alimentares sustentáveis, biodiversos e resilientes ao clima. Para facilitar a apresentação, a obra está dividida em duas seções, denominadas “O desafi o da superação da pobreza rural no semiárido” e “A trajetória do Projeto Dom Hélder Câmara”. A primeira seção é constituída de seis capítulos e possui uma abordagem com enfoque teórico sobre os temas estruturantes da superação da pobreza no Semiárido brasileiro, evidenciando os públicos mais vulneráveis à pobreza e à insegurança alimentar e nutricional, além de enfatizar as desigualdades regionais, étnico-raciais e de gênero. Já a segunda seção é constituída de cinco capítulos e apresenta o histórico do PDHC e sua contribuição para a promoção do desenvolvimento rural sustentável, considerando todas as partes envolvidas ao longo de sua existência, tais como os benefi ciários, os implementadores, os gestores públicos e os fi nanciadores. No primeiro capítulo, Janine Melo apresenta uma contribuição original e signifi cativa, ao evitar simplesmente apresentar o diagnóstico socioeconômico da região: mais que isso, a autora discorre sobre a atuação do estado com as diferentes políticas públicas e as relações entre pobreza, meio rural e semiárido. São fornecidas relevantes informações sobre os caminhos para a superação das condições de vulnerabilidade, por meio do aproveitamento das potencialidades regionais. De maneira geral, a autora conclui que as políticas públicas desenvolvidas no período para o combate à pobreza, à fome e às desigualdades sociais representaram um avanço signifi cativo na agenda civilizatória de desenvolvimento do país. No segundo capítulo, Dênis Antônio da Cunha, Elizângela Aparecida dos Santos e Lais Rosa Oliveira analisam o “nexo mudança climática-pobreza” no contexto da região semiárida. Os autores mostram como o clima tem se alterado na região e quais impactos dessas mudanças sobre a agricultura e discutem as estratégias para a mitigação desses impactos. Além disso, o capítulo aborda a adaptação às mudanças climáticas e convivência com o semiárido, discutindo fatores e políticas que podem potencializar essas práticas de maneira a buscar o desenvolvimento sustentável da região. No terceiro capítulo, o professor Marcelo Miná Dias apresenta uma análise das limitações e das inovações oriundas com a implantação das políticas de desenvolvimento rural focadas nos territórios ao longo das últimas três décadas. O autor mostra o caráter inovador do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Rurais (Pronat) ao procurar combinar políticas sociais e produtivas com participação social e seus elementos de governança, ao invés de seguir as experiências anteriores de políticas setoriais e impositivas implantadas pelo governo federal. No capítulo quarto, Arilson Favareto, Vahíd Vahdat e Cesar Favarão discutem as estratégias e os desafi os para a inclusão produtiva dos agricultores familiares, diante do cenário atual de transformações econômicas e demográfi cas no meio rural do Semiárido brasileiro. A partir da revisão da literatura que analisa os programas de desenvolvimento rural na América Latina, os autores apresentam um conjunto de lições aprendidas. Essas evidenciam a importância de promover protagonismo nas populações benefi ciadas, de combinar políticas sociais com políticas de inclusão produtiva, de inserir o programa no contexto do desenvolvimento territorial e de estabelecer ações de avaliação e monitoramento. Maria da Conceição Dantas Moura, Patrícia de Lucena Mourão e Lidiane Samara da Silva Xavier, no quinto capítulo, apresentam uma signifi cativa discussão sobre os desafi os atuais na implantação de políticas públicas para as mulheres que estão presentes no meio rural. A partir de uma perspectiva multidisciplinar, as autoras elencam uma série de iniciativas em andamento, por parte do governo federal, que, a partir do diálogo e da interação com as organizações e os movimentos de mulheres rurais, procuram trazer inclusão produtiva e acesso a mercados. Há uma forte ênfase em ações coletivas, como as lavanderias coletivas agroecológicas e os quintais produtivos de mulheres, no acesso ao crédito e na participação em programas de compras governamentais. Partindo da constatação de que os serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) têm um papel relevante na promoção do desenvolvimento rural, o capítulo sexto, elaborado por Carlos Henrique de Souza Ramos, apresenta uma proposta de abordagem para o assessoramento técnico aos agricultores a partir da experiência do projeto Pró-Semiárido. O autor parte de um breve resgate histórico das políticas de ATER no Brasil para apresentar o cenário para o desenvolvimento das atividades de Assessoramento Técnico Contínuo (ATC) às famílias agricultoras benefi ciárias do projeto o Pró-Semiárido. Em seguida, ele discute os pressupostos, as diretrizes metodológicas e as formas de atuação da ATC junto aos agricultores de base agroecológica. Trata-se de uma abordagem que serve de referência para outras iniciativas na área. A segunda seção da presente obra tem início a partir do sétimo capítulo, em que Cristiana Tristão Rodrigues e Rosimere Miranda Fortini destacam o papel do PDHC na redução das desigualdades no Semiárido brasileiro, a partir de uma perspectiva multidimensional. As autoras mensuram e avaliam a evolução do Índice de Desigualdade Multidimensional (IDM) entre os beneficiários do PDHC. Além disso, identificam e descrevem as boas práticas do PDHC e as lições aprendidas a partir das ações que estão diretamente relacionadas à promoção da redução das desigualdades de gênero, geração, raça e etnia. De maneira geral, os resultados encontrados mostram que ocorreu uma queda na desigualdade entre os benefi ciários do PDHC. O capítulo oitavo trata da avaliação de impacto do PDHC e foi elaborado por Mario Lucio de Ávila, Mauro Eduardo DelGrossi, Ludgero Cardoso Galli Vieira, Mireya Valencia Perafán, Reinaldo José de Miranda Filho, Iorrana Lisboa Camboim e Luciana de Oliveira Miranda. Os resultados encontrados mostram que o projeto apresentou impacto signifi cativo na renda dos agricultores benefi ciados, na segurança alimentar de suas famílias, na diversificação da produção agropecuária e no empoderamento das mulheres e dos jovens. Também, verificou-se que há uma significativa sinergia ao se combinar a ATER com o Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais (Fomento Produtivo). Miranda Fortini e Marcelo José Braga registram, no nono capítulo, um conjunto de práticas exitosas do PDHC. Também são registradas as percepções dos beneficiários em relação às suas experiências e aos resultados alcançados, além das práticas bem-sucedidas. Dentre as experiências relatadas, estão o Saneamento Ambiental e Reúso de Água (SARA), Sistema Bioágua Familiar, o fomento ao empreendedorismo feminino, a valorização da agrobiodiversidade em sistemas produtivos da Caatinga e as diferentes metodologias de ATER. A sistematização dessas práticas e experiências as tornam acessíveis para serem adaptadas a outros ambientes e realidades da agricultura familiar em outras regiões do Brasil. No décimo capítulo, Paola Hernandez Cortez Lima, Fernando Curado e Fabricio Bianchini, pesquisadores da Embrapa Alimentos e Territórios, relatam uma experiência desafi adora executada no âmbito do PDHC, o projeto intitulado “Segurança Alimentar e Nutricional e de geração de renda para agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais do Semiárido brasileiro”. Trata-se um conjunto de atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I) no campo da agroecologia, baseadas em uma abordagem de pesquisa-ação, educação popular e autonomia dos agricultores. Finalmente, o décimo primeiro capítulo apresenta a perspectiva do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), um dos financiadores do PDHC. São analisadas as contribuições, os desafios e as lições aprendidas pelo FIDA no processo de desenho, implantação e avaliação do PDHC, em suas três etapas, ao longo desses 20 anos. O capítulo é redigido por Emmanuel Bayle e Hardi Vieira. O conjunto de capítulos apresentados na presente coletânea contribui, de forma articulada, para uma compreensão sobre o papel das políticas públicas no desenvolvimento do meio rural no Semiárido brasileiro. As diversas temáticas são abordadas por diferentes pesquisadores, respeitando-se a pluralidade de ideias que garantem a qualidade do debate, a partir de uma perspectiva multidisciplinar. Trata- se de uma sistematização de conhecimentos sobre as potencialidades e desafios do Semiárido brasileiro, que podem subsidiar a formulação de políticas e programas de desenvolvimento rural.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O rural no semiárido mineiro: desafios da inclusão econômica</title>
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      <name>Fiuza, Ana Louise de Carvalho</name>
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      <name>Braga, Marcelo José</name>
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    <updated>2024-12-06T12:04:46Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O rural no semiárido mineiro: desafios da inclusão econômica
Autor(es): Fiuza, Ana Louise de Carvalho; Braga, Marcelo José
Resumo: Ana Louise de Carvalho Fiuza reuniu um grupo de pesquisadores vinculados direta e indiretamente ao Instituto de Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável (IPPDS), da Universidade Federal de Viçosa (UFV), para refletir sobre uma parte de Minas Gerais e do país que já foi Sertão, virou semiárido e, se nada for feito, pode virar deserto, ou apenas continuar o que tem sido: uma terra cuja limitação de recursos é sempre associada à pobreza e ao baixo nível de desenvolvimento, mas que estranhamente não impede a geração e a acumulação de riqueza por parte de uma minoria e que se expressa em elevados níveis de desigualdade social e econômica. Estamos falando do Semiárido Mineiro!</summary>
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    <title>Caderno Pró-Semiárido vol 04: Agroecologia e assessoramento técnico contínuo: histórias de sucesso em territórios rurais</title>
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      <name>Amim, Sergio</name>
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      <name>Magalhães, Telma</name>
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      <name>Leonam, Victor</name>
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      <name>Maciel, Victor</name>
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    <updated>2024-10-14T14:36:48Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caderno Pró-Semiárido vol 04: Agroecologia e assessoramento técnico contínuo: histórias de sucesso em territórios rurais
Autor(es): Silva, Adão; Santos, Adilson; Nascimento, Adriana; Chagas, Amadeu; Ribeiro, Bruna; Gonçalves, Bruno; Alves, Carlos Vitor; Ramos, Carlos Henrique; Lima, Daniela; Martins, Danielle; Santos, Dilmo; Ferreira, Dulce; Andrade, Edicarla; Amorim, Edinélia; Amarante, Emanoel; Goes, Fabíola; Andrade, Fernando; Silva, Givanildo; Santos, Jaileckson dos; Lima, Jaiane; Souza, Jean; Lopes, Júlio; Souza, Lucas; Silva, Margarida; Souza, Meirelle; Maia, Rejane; Andrade, Rivalda; Borges, Rogério; Amim, Sergio; Magalhães, Telma; Leonam, Victor; Maciel, Victor
Resumo: O Pró-Semiárido rompeu com o clientelismo e democraticamente chegou aos mais pobres com um método de&#xD;
seleção das comunidades de maneira justa, utilizando-se da teoria de desenvolvimento territorial de planejamento&#xD;
ascendente e endógeno. Rejeitou as diretrizes da velha forma de assessoramento aos agricultores que transmite&#xD;
pacotes tecnológicos e reproduz os preceitos da revolução verde, ao mesmo tempo em que adotou um processo&#xD;
de Assessoramento Técnico Contínuo (ATC). Com base no construtivismo de Piaget, na dialogicidade crítica de&#xD;
Paulo Freire e na teoria da complexidade de Edgar Morin, adotou a agroecologia nas suas dimensões científicas,&#xD;
tecnológicas e de movimento político-social, onde o saber do agricultor foi considerado e junto aos saberes da&#xD;
equipe técnica, construíram um conhecimento novo. Reforçou-se a isso a instalação de um processo de formação&#xD;
continuada de técnicos e agricultores através da criação de um Núcleo de Estudos em Agroecologia e Convivência&#xD;
com o Semiárido (NEACS).&#xD;
O modelo de agricultura convencional, originado da revolução verde e baseado em tecnologias de mobilização&#xD;
intensiva do solo, sementes geneticamente modificadas, uso acentuado de agroquímicos e monocultura, embora&#xD;
alcance altos índices de produtividade, tem se mostrado socialmente excludente e prejudicial ao meio ambiente.&#xD;
Isso potencializa problemas como a perda do controle de produção, redução da mão de obra, exclusão da agricultura familiar, perda de autonomia e dependência de insumos externos à propriedade. Além disso, a resistência&#xD;
progressiva dos insetos-praga aos agrotóxicos, a deterioração da fertilidade dos solos e a ausência de biodiversidade funcional nos agroecossistemas são características desse modelo de produção.&#xD;
Diante disso, a opção do Pró-Semiárido por uma construção agroecológica com as famílias agricultoras e as&#xD;
equipes de ATC contribuem com o desenvolvimento rural sustentável em sua área de intervenção. A partir dos&#xD;
princípios da Agroecologia e do seu potencial técnico científico, o Projeto vem colaborando com as famílias. No&#xD;
sentido de um redesenho dos seus agroecossistemas, isso é feito mediante o fomento de atividades financiadas&#xD;
pelos Planos de Investimento dos Territórios Rurais e a construção de um conhecimento novo. A partir de Rodas&#xD;
de Aprendizagem, experimentação local e dias de estudo preparatórios realizados pelas equipes técnicas.</summary>
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