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  <title>DSpace Communidade: Inclui coleções provenientes da área de Agricultura</title>
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  <subtitle>Inclui coleções provenientes da área de Agricultura</subtitle>
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  <updated>2026-04-06T09:17:04Z</updated>
  <dc:date>2026-04-06T09:17:04Z</dc:date>
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    <title>Caderno Pró-Semiárido: agroecologia na boca do povo do semiárido: resumos técnicos expandidos e relato de experiência técnica apresentados no XII congresso brasileiro de agroecologia (CBA)</title>
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      <name>Ramos, Carlos Henrique</name>
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    <updated>2024-12-06T21:07:37Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caderno Pró-Semiárido: agroecologia na boca do povo do semiárido: resumos técnicos expandidos e relato de experiência técnica apresentados no XII congresso brasileiro de agroecologia (CBA)
Autor(es): Ramos, Carlos Henrique
Resumo: Este volume 5 da série Cadernos Pró-Semiárido é composto por 10 textos nas modalidades Relato de experiência técnica e resumo expandido (técnico-científico), aprovados e apresentados por técnicos e técnicas do Projeto no XII Congresso Brasileiro de Agroecologia, que aconteceu na capital carioca no período de 21 a 23 de novembro de 2023. Durante o evento, foram apresentadas boas práticas do Projeto em diferentes áreas do conhecimento. Portanto, nesta publicação, estão registradas sistematizações que ilustram os seguintes eixos temáticos: 1. Construção do conhecimento agroecológico; 2. Sistemas agroalimentares e economia solidária; 3. Campesinato e soberania alimentar; 4. Crise ecológica e mudanças climáticas; 5. Gênero, feminismos e diversidades na construção agroecológica; 6. Manejo de Agroecossistemas; 7. Arte, cultura, comunicação popular e agroecologia. As inovações do Pró-Semiárido têm sido compartilhadas nas últimas três edições do Congresso, que é uma iniciativa da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), e tem sido uma oportunidade de fazer a gestão do conhecimento a partir do acúmulo do Projeto, bem como de conhecer outras experiências que podem contribuir com o trabalho que já vem sendo desenvolvido no Semiárido da Bahia. A seguir, você vai conhecer boas práticas de temas como Cadernetas Agroecológicas, feiras, Recaatingamento, comunicação e metodologias de Assessoramento Técnico Contínuo (ATC). Todos os textos estarão inclusos também na série Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 - Anais do XII Congresso Brasileiro de Agroecologia, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro - v. 19, n. 1, 2024.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Pró-Semiárido: agroecologia e comunicação dialógica com a agricultura familiar camponesa</title>
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      <name>Ramos, Carlos Henrique</name>
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    <updated>2024-12-06T20:40:21Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Pró-Semiárido: agroecologia e comunicação dialógica com a agricultura familiar camponesa
Autor(es): Ramos, Carlos Henrique
Resumo: O Pró-Semiárido nasce no seio do debate de institucionalização da Política Estadual de Convivência com o Semiárido em 2014, e dez anos depois (2024) chega num processo de consolidação no auge da aprovação e regulamentação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, o que mostra a força desse Projeto no processo de elaboração e implementação de política pública. O autor corrobora com esse pensamento citando: o Pró-Semiárido atuou no sentido de acolher e apoiar atores coletivos como mediadores da implementação e negociação de políticas públicas, traduzidos como investimentos imateriais do Projeto. Nunca é demais lembrar que esse Projeto nasceu a partir de uma demanda social gritante por parte de organizações populares, movimentos sociais e famílias camponesas amargando uma situação de abandono, gerando sentimentos de exclusão e de isolamento cada vez mais fortes. Da tentativa humilde de resposta à essa demanda surgiu e se desenvolveu uma nova perspectiva através de um Projeto bem estruturado, alicerçado e coordenado, firmando-se como pioneiro de um conceito em disputa e de implementação: a Convivência com o Semiárido e a Agroecologia, opondo-se ao modelo vigente de progresso, desenvolvimento, produtivismo e crescimento econômico, baseados em práticas condescendentes, urbanocêntricas e de incentivo ao êxodo rural. Com a Lei nº 13.572/2016, aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) que institui a Política Estadual de Convivência com o Semiárido, o Pró-Semiárido se tornou um importante laboratório técnico-prático, onde o Estado conseguiu chegar nos rincões de pobreza e miséria, reestabelecendo o processo de autoestima e dignidade dessa gente. A parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) que trabalha onde a pobreza e a fome são mais profundas, nas regiões mais remotas dos países em desenvolvimento com situações de fragilidade, onde poucas agências de desenvolvimento ou instituições financeiras internacionais (IFIs) atuam, através do Governo do Estado da Bahia, já se consolida enquanto uma grande aliança desde os Projetos Pró-Gavião e o Gente de Valor, na construção do Bem Viver nas regiões mais emblemáticas do Estado, possibilitando superações e processos de emancipação das pessoas e das regiões pouco alcançadas pelas políticas públicas. É importante destacar as inovações decorrentes do Pró- -Semiárido: O reforço do paradigma da Convivência com o Semiárido através do protagonismo das organizações não governamentais que já tinham expertises com essa construção histórica e política; o ordenamento territorial a partir do agrupamento das comunidades; o empoderamento local através das comissões de controle social e dos convênios com as associações comunitárias; o apoio aos programas de sementes crioulas, Recaatingamento, certificação participativa e Assessoramento Técnico Contínuo (ATC); a aplicação do método LUME e das cadernetas agroecológicas; a criação do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Convivência com o Semiárido (NEACS), com as rodas de aprendizagem e o fortalecimento dos grupos de interesses; a elaboração e aplicação dos Planos de Investimentos por Território, fomentando os atividades produtivas apropriadas; foram de fundamental importância no êxito deste Projeto na superação dos desafios vivenciados pelos sertanejos que careciam de uma atenção mais profunda do Estado.O seu objetivo foi o de reduzir a pobreza rural de forma duradoura, por meio da produção sustentável, da geração de emprego e renda em atividades agropecuárias e não agropecuárias e do desenvolvimento do capital humano e social, sendo plenamente alcançado a ponto de em 2021, o FIDA publicar o Relatório de Balanço sobre Agroecologia nas Operações do FIDA: uma abordagem integrada para sistemas alimentares sustentáveis, classificando o Pró-Semiárido como um bom exemplo de projeto totalmente agroecológico implementado em um contexto semiárido tropical-seco. Em boa hora chega esse livro, sendo um grande referencial para a Convivência com o Semiárido e Agroecologia em processo de disputa e de consolidação, trazendo um rico conhecimento a partir de experiências práticas, viabilizando e enaltecendo as teorias, os paradigmas, as metodologias, os conceitos, as práticas e os procedimentos que serviram de base para operacionalização do Pró-Semiárido. Parabéns ao autor Carlos Henrique Souza Ramos, parabéns a essa equipe do Pró-Semiárido que nos orgulha, parabéns a coordenação e gestão. Viva o povo do Semiárido, vamos juntos e juntas continuar construindo histórias!</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caderno pró-Semiárido: sementes crioulas: resiliência produtiva e adaptação às mudanças climáticas</title>
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      <name>Lima, Paola Hernandez Cortez</name>
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    <updated>2024-12-06T19:50:32Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caderno pró-Semiárido: sementes crioulas: resiliência produtiva e adaptação às mudanças climáticas
Autor(es): Moraes, Victor Leonam Aguiar de; Lima, Paola Hernandez Cortez
Resumo: Só após a última glaciação, por volta de dez mil anos a.C., que as alterações do clima foram dando maior espaço para o&#xD;
desenvolvimento da agricultura. O fim da última era glacial transformou as condições climáticas em seus mais variados&#xD;
aspectos. A diminuição das temperaturas provocou a formação de um clima temperado, como também surgiram regiões&#xD;
áridas e desérticas. Essas mudanças criaram condições para que homens e animais se dispersassem por regiões diversas&#xD;
em busca de água e vegetação. Dessa forma, quando da chegada do Neolítico, os grupos humanos existentes já acumulavam um variado leque de saberes apreendidos graças à sua habilidade de raciocínio. Ao longo do tempo, já sabiam&#xD;
distinguir quais tipos de fonte de alimento eram próprias para o seu consumo. Foi nesse cenário que uma profunda&#xD;
transformação passou a se desenvolver no cotidiano do homem pré-histórico. A observância da própria natureza permitiu que as primeiras técnicas de cultivo agrícola fossem pioneiramente desenvolvidas. Com isso, a garantia de alimento&#xD;
se tornava cada vez mais acessível e a constante necessidade de deslocamento se tornou cada vez menor.&#xD;
As condições trazidas pelo Neolítico são essencialmente constituídas pela criação de animais, cerâmica e agricultura.&#xD;
A agricultura, por sua vez, se coloca como alternativa às novas condições climáticas e ambientais, mediante o aprimoramento de um processo já conhecido, o que permitiu a formação de aglomerados humanos, reunidos na luta pela&#xD;
sobrevivência no planeta em momentos bem distintos. Obviamente a influência da agricultura na mudança desses&#xD;
aglomerados humanos variou com as condições edafoclimáticas de cada local, como o clima, o relevo, a litologia, a&#xD;
temperatura, umidade do ar, radiação, tipo de solo, vento, composição atmosférica e a precipitação pluvial. Cada um&#xD;
desses elementos interfere de forma isolada nos processos biológicos de plantas, animais e microrganismos que vivem&#xD;
em um bioma, porém maior influência é percebida quando dois ou mais desses elementos agem de forma conjunta,&#xD;
resultando em condições climáticas complexas ou mesmo divergentes das mais comumente encontradas. Essa biodiversidade formada mediante um processo evolutivo constante é apropriada em cada local pela agricultura constituindo&#xD;
a agrobiodiversidade.&#xD;
Ao longo da história até os dias atuais, a luta da agricultura familiar camponesa, portanto, pode ser vista com uma luta&#xD;
por autonomia, uma luta que ocorre dentro de cada propriedade individualmente, mas que também envolve comunidades rurais e movimentos sociais do campo. Não obstante, partir do início da revolução verde foram constituídas forças&#xD;
que passaram a determinar não só o que se produz, mas quanto, onde, como, quem e para quem se vai produzir. Isso&#xD;
mostra que há uma luta entre diferentes forças. As sementes de cultivares comerciais ao longo das últimas décadas vem&#xD;
levando a um crescente estreitamento da base genética das plantas cultivadas contribuinte de um processo em curso&#xD;
denominado de erosão genética. Um bom exemplo é a emergência do setor privado, como ator preponderante na pesquisa, e a dominância do mercado agrícola e tecnológico por um conglomerado de corporações que, combinado com o&#xD;
monopólio de patentes, passam a ter um controle sem precedentes sobre as bases biológicas da agricultura e do sistema&#xD;
agroalimentar. A apropriação de direitos corporativos sobre a base genética da agricultura obriga, inclusive as instituições públicas, a negociar licenças com várias empresas detentoras de biotecnologias para que possam pesquisar e liberar&#xD;
organismos geneticamente modificados e outros sujeitos a patentes.&#xD;
PREFÁCIO&#xD;
6&#xD;
7&#xD;
A agroecologia, como ciência, vem há décadas encampando a luta em defesa da agrobiodiversidade e das sementes crioulas,&#xD;
o que contribui de forma significativa para que o campo brasileiro possa gozar de autonomia de escolha de qual variedade&#xD;
cultivar, resgate da tradição e fontes de segurança e sustentabilidade alimentar. Por sua vez, os bancos de sementes crioulas&#xD;
representam justamente um mecanismo de segurança em relação à aquisição dessas sementes, garantindo estoques e sua&#xD;
disponibilidade aos agricultores familiares. O movimento agroecológico pelas sementes crioulas é uma luta para defender,&#xD;
resgatar, multiplicar e valorizar as sementes tradicionais. As sementes crioulas fortalecem a autonomia dos agricultores,&#xD;
contribuem para a preservação da agrobiodiversidade, promovem a resiliência e sustentabilidade dos sistemas alimentares,&#xD;
além de desempenharem um papel crucial na preservação da cultura tradicional no Semiárido brasileiro. As variedades&#xD;
crioulas são dinâmicas, encontrando- se em permanente processo evolutivo e de adaptação às condições ambientais e sistemas de cultivo.&#xD;
Em respeito aos princípios agroecológicos adotados e a partir da compreensão de que a preservação e o aprimoramento&#xD;
dos conhecimentos, dos saberes e das práticas das guardiãs e guardiões da agrobiodiversidade seriam iminentes, o Pró-&#xD;
-Semiárido buscou parcerias com a Embrapa Semiárido, bem como o Serviço de Assessoria a Organizações Populares&#xD;
Rurais (SASOP) e o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) para constituir um programa de Sementes Crioulas. Dessa forma estaria encarando alguns desafios como a perda de diversidade genética decorrente das monoculturas&#xD;
tradicionais e a contaminação das sementes crioulas por genótipos transgênicos e sementes híbridas, assim como a&#xD;
garantia e disponibilidade de sementes adaptadas localmente.&#xD;
A evolução das espécies na área do Pró-Semiárido foi forjada a partir de uma imensa heterogeneidade ecológica nos 32&#xD;
municípios que o integram, onde ocorrem oito Zonas Ecológico-econômicas, 17 Unidades Geoambientais, 16 Fitofisionomias, além de tipos climáticos que variam de Árido a Semiárido, Subúmido a Seco. Levando-se em conta que a&#xD;
precipitação média anual oscila entre 400 e 1.000mm e a altitude entre 200 e 1.200m, conclui-se que essa variação influi&#xD;
na seleção natural dos genótipos mais adaptados a essas condições, mediante o mecanismo de adaptação de indivíduos a&#xD;
esses diferentes ambientes. A metodologia desenvolvida pela Embrapa e implementada pelos parceiros no programa de&#xD;
sementes do Pró-Semiárido, procurou valorizar e conservar a biodiversidade, a autonomia, a adaptação e resiliência, no&#xD;
sentido de melhorar a relação entre os desenhos de cultivos, o potencial produtivo de cada agroecossistema e as limitantes ambientais como o clima e a paisagem, para assegurar a sustentabilidade.&#xD;
As sementes crioulas são consideradas uma das portas de entrada da transição agroecológica, pela sua adaptação a&#xD;
sistemas produtivos de baixo uso de insumos externos, básico para a agricultura familiar camponesa. Assim sendo, o&#xD;
Pró-Semiárido traz a inspiração para políticas públicas a partir das inúmeras possibilidades do fortalecimento e da&#xD;
construção de redes de sementes crioulas fundada nos bancos de sementes crioulas familiares, coletivos e territoriais.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sementes da resistência: catálogo de sementes crioulas dos territórios de atuação do movimento dos pequenos agricultores em Alagoas</title>
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    <updated>2024-12-06T12:56:22Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sementes da resistência: catálogo de sementes crioulas dos territórios de atuação do movimento dos pequenos agricultores em Alagoas
Autor(es): Curado, Fernando Fleury; Lima, Paola Hernandez Cortez; Santos, Amaury da Silva dos; Ribeiro, Cláudio Almeida; Lima, Joselton Silva de; Amaral, Heloísa Muniz do; Brito, Vera Lúcia Félix de; Silva, José Hélio Pereira da; Oliveira, Salete Barbosa de Oliveira; Vitor, Eunice de Aquino; Silva, Teresa Elícia da; Silva, Edjaria Bezerra da; Nascimento, Paulo Paixão do; Cavalcante, Francisca Dalva; Oliveira, Givanilda Gomes de; Silva, Josué Pereira da; Barros, Maria Aparecida Vieira
Resumo: Este documento resulta de um esforço coletivo de co-construção envolvendo agricul- tores e agricultoras familiares e equipe técnica da Embrapa Alimentos e Territórios na materialização de informações sobre as variedades tradicionais ou crioulas culti- vadas há diversas gerações em territórios de Alagoas. Reúne conhecimentos sobre as formas de classificação das variedades pelos guardiões/ãs, sobre suas principais ca- racterísticas agronômicas e culturais, evidenciando, igualmente, os aspectos alimen- tares, a tradição e a distribuição destas plantas nos territórios envolvidos no estudo. Aproximadamente 40 famílias camponesas, de 21 comunidades em cinco municípios de Alagoas, estiveram diretamente envolvidas na elaboração deste documento que organizou informações detalhadas sobre 47 variedades crioulas de 11 diferentes es- pécies cultivadas. Este conjunto de variedades recebem denominações específicas pelas famílias e este foi o critério principal utilizado na composição da diversidade aqui apresentada. O estudo, além de representar uma importante ferramenta para o manejo da agro- biodiversidade pelas famílias camponesas, pois contribui na identificação, localização, acesso e multiplicação das sementes nos territórios para os diversos usos, evidencia a importância da diversidade dos cultivos, aspecto primordial na garantia da soberania e segurança alimentar e nutricional dessas famílias. A nossa esperança é que os conhecimentos sistematizados neste trabalho possam esti- mular processos locais de valorização da agrobiodiversidade e da sociobiodiversidade nestes e em outros territórios e inspirar novas intervenções de pesquisa participativa que coloquem na centralidade a conservação do patrimônio genético destes povos.</summary>
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