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    <title>DSpace Coleção: Inclui documentos de diversos formatos sobre Gestão e Uso Coletivo de Terras e Territórios</title>
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    <description>Inclui documentos de diversos formatos sobre Gestão e Uso Coletivo de Terras e Territórios</description>
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    <dc:date>2026-04-06T03:29:57Z</dc:date>
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    <title>Prêmio Sistemas Agrícolas Tradicionais do Semiárido : Dom Helder Câmara</title>
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    <description>Título: Prêmio Sistemas Agrícolas Tradicionais do Semiárido : Dom Helder Câmara
Autor(es): Silva, Aline Oliveira; Silva, Cristiane Ribeiro da; Ribeiro, Eliane das Virgens Sousa; Soares, Edinei Dias; Ordônio, Iran Neves; Holanda, Jeisy dos Santos; Silva, José Augusto Malta da; Duarte, Maria Conceição Lino e Pedro; Santos, Osvaldina Rosalina dos; Santos, Ozaneide Gomes dos; Araújo, Paulo César Soares de; Pereira, Priscila; Lermen, Vilmar Luiz
Resumo: O semiárido brasileiro é o berço de povos tradicionais que manejam a Caatinga e possuem conhecimentos transmitidos que se somam a cada nova geração. Tais conhecimentos permitem o aproveitamento de água, o manejo de caprinos “pé-duro” (raça crioula resultante de seleção natural), a ampla utilização da flora (alimentação, saúde, ração animal) e o desenvolvimento de variedades adaptadas às necessidades regionais. Ao longo de gerações, os povos da Caatinga desenvolveram sistemas agrícolas tradicionais (SAT) que lhes permitiram conviver com o semiárido. São guardiãs e guardiões do conhecimento sobre o manejo de plantas, de suas propriedades e usos medicinais, sobre a milenar técnica de busca de águas subterrâ- neas com forquilhas (conhecida como hidroestesia) e sobre os sinais da natureza que antecedem as secas prolongadas e as chuvas. Tais SAT são plurais e únicos, pois representam a evolução de comunidades humanas em um relacionamento intrincado com seu território, paisagem cultural ou agrícola ou ambiente biofísico e social mais amplo no qual a resiliência foi desenvolvida e adaptada para lidar com os riscos naturais, novas tecnologias e mudanças nas situações sociais e políticas, de modo a garantir soberania e segurança alimentar. Esse desenvolvimento de conhecimentos, estratégias e processos que permitem manter a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos essenciais se deve a inovação contínua, transferência entre gerações e troca de conhecimentos com outras comunidades. A riqueza e a amplitude do conhecimento e da experiência acumulados na gestão e no uso de recursos constituem um tesouro globalmente significativo, o qual precisa ser promovido e conservado de forma que continue a evoluir em suas características adaptativas e de resiliência.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O rural no semiárido mineiro: desafios da inclusão econômica</title>
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    <description>Título: O rural no semiárido mineiro: desafios da inclusão econômica
Autor(es): Fiuza, Ana Louise de Carvalho; Braga, Marcelo José
Resumo: Ana Louise de Carvalho Fiuza reuniu um grupo de pesquisadores vinculados direta e indiretamente ao Instituto de Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável (IPPDS), da Universidade Federal de Viçosa (UFV), para refletir sobre uma parte de Minas Gerais e do país que já foi Sertão, virou semiárido e, se nada for feito, pode virar deserto, ou apenas continuar o que tem sido: uma terra cuja limitação de recursos é sempre associada à pobreza e ao baixo nível de desenvolvimento, mas que estranhamente não impede a geração e a acumulação de riqueza por parte de uma minoria e que se expressa em elevados níveis de desigualdade social e econômica. Estamos falando do Semiárido Mineiro!</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3360">
    <title>Caderno Pró-Semiárido vol 04: Agroecologia e assessoramento técnico contínuo: histórias de sucesso em territórios rurais</title>
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    <description>Título: Caderno Pró-Semiárido vol 04: Agroecologia e assessoramento técnico contínuo: histórias de sucesso em territórios rurais
Autor(es): Silva, Adão; Santos, Adilson; Nascimento, Adriana; Chagas, Amadeu; Ribeiro, Bruna; Gonçalves, Bruno; Alves, Carlos Vitor; Ramos, Carlos Henrique; Lima, Daniela; Martins, Danielle; Santos, Dilmo; Ferreira, Dulce; Andrade, Edicarla; Amorim, Edinélia; Amarante, Emanoel; Goes, Fabíola; Andrade, Fernando; Silva, Givanildo; Santos, Jaileckson dos; Lima, Jaiane; Souza, Jean; Lopes, Júlio; Souza, Lucas; Silva, Margarida; Souza, Meirelle; Maia, Rejane; Andrade, Rivalda; Borges, Rogério; Amim, Sergio; Magalhães, Telma; Leonam, Victor; Maciel, Victor
Resumo: O Pró-Semiárido rompeu com o clientelismo e democraticamente chegou aos mais pobres com um método de&#xD;
seleção das comunidades de maneira justa, utilizando-se da teoria de desenvolvimento territorial de planejamento&#xD;
ascendente e endógeno. Rejeitou as diretrizes da velha forma de assessoramento aos agricultores que transmite&#xD;
pacotes tecnológicos e reproduz os preceitos da revolução verde, ao mesmo tempo em que adotou um processo&#xD;
de Assessoramento Técnico Contínuo (ATC). Com base no construtivismo de Piaget, na dialogicidade crítica de&#xD;
Paulo Freire e na teoria da complexidade de Edgar Morin, adotou a agroecologia nas suas dimensões científicas,&#xD;
tecnológicas e de movimento político-social, onde o saber do agricultor foi considerado e junto aos saberes da&#xD;
equipe técnica, construíram um conhecimento novo. Reforçou-se a isso a instalação de um processo de formação&#xD;
continuada de técnicos e agricultores através da criação de um Núcleo de Estudos em Agroecologia e Convivência&#xD;
com o Semiárido (NEACS).&#xD;
O modelo de agricultura convencional, originado da revolução verde e baseado em tecnologias de mobilização&#xD;
intensiva do solo, sementes geneticamente modificadas, uso acentuado de agroquímicos e monocultura, embora&#xD;
alcance altos índices de produtividade, tem se mostrado socialmente excludente e prejudicial ao meio ambiente.&#xD;
Isso potencializa problemas como a perda do controle de produção, redução da mão de obra, exclusão da agricultura familiar, perda de autonomia e dependência de insumos externos à propriedade. Além disso, a resistência&#xD;
progressiva dos insetos-praga aos agrotóxicos, a deterioração da fertilidade dos solos e a ausência de biodiversidade funcional nos agroecossistemas são características desse modelo de produção.&#xD;
Diante disso, a opção do Pró-Semiárido por uma construção agroecológica com as famílias agricultoras e as&#xD;
equipes de ATC contribuem com o desenvolvimento rural sustentável em sua área de intervenção. A partir dos&#xD;
princípios da Agroecologia e do seu potencial técnico científico, o Projeto vem colaborando com as famílias. No&#xD;
sentido de um redesenho dos seus agroecossistemas, isso é feito mediante o fomento de atividades financiadas&#xD;
pelos Planos de Investimento dos Territórios Rurais e a construção de um conhecimento novo. A partir de Rodas&#xD;
de Aprendizagem, experimentação local e dias de estudo preparatórios realizados pelas equipes técnicas.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3353">
    <title>Caderno e monitoramento M&amp;A: Monitoramento e Avaliação: A prática contínua de monitorar e avaliar no projeto Pró-Semiárido</title>
    <link>https://bibliotecasemiaridos.ufv.br/jspui/handle/123456789/3353</link>
    <description>Título: Caderno e monitoramento M&amp;A: Monitoramento e Avaliação: A prática contínua de monitorar e avaliar no projeto Pró-Semiárido
Autor(es): Paixão, Maria das Graças
Resumo: O presente Caderno é destinado a equipes técnicas internas e externas à CAR, de Projetos FIDA no Brasil, organizações sociais e órgãos do Estado da Bahia que atuam no desenvolvimento rural, com vistas ao alcance de resultados, de forma integral no âmbito rural. A equipe de M&amp;A da CAR, ao definir pela produção deste instrumento, pretendeu que este fosse um guia de consulta sobre a prática de M&amp;A, onde o leitor pudesse encontrar informações para nortear a sua rotina de trabalho em sua práxis cotidiana, tais como, o que é a monitoria e a avaliação, qual sua função, objetivo e importância, quais os ciclos, ferramentas, instrumentos e práticas utilizadas na rotina da Unidade, dentre outros dados pertinentes ao cotidiano da M&amp;A. Foram aglutinados aqui de forma didática, de modo a facilitar sua reedição pelo leitor, os resultados das Experiências vivenciadas pela equipe da Unidade de Monitoramento e Avaliação - M&amp;A, no Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável - Pró-semiárido, tendo como principal foco, as lições aprendidas e as boas práticas em monitoramento e avaliação, além das reflexões e olhares da referida equipe aqui contidos. Antes de mais nada, cumpre situar o leitor quanto ao lugar da Unidade de M&amp;A no âmbito de projetos de desenvolvimento social. O M&amp;A é parte essencial de qualquer Projeto, independentemente do objetivo, área ou até mesmo contexto, uma vez que, sua prática, possibilita verificar se uma intervenção social está apresentando resultados e mudanças, identificar as áreas temáticas e técnicas que estão sinalizando êxito ou, os aspectos que necessitam ser modificados ou substituídos durante o andamento do Projeto, rumo ao alcance dos resultados delimitados no desenho previamente proposto. As informações obtidas a partir do M&amp;A podem ajudar na tomada de decisões sobre objetivos e investimentos no próprio ou em outros projetos. Além disso, pode demonstrar aos parceiros financiadores, no caso do Pró-semiárido, o FIDA e o Governo do Estado da Bahia, o quanto os investimentos estão gerando resultados. Desenvolver ações práticas, sistemáticas e cotidianas de M&amp;A é uma forma de garantir que os Projetos e Programas cumpram seu propósito e que sejam avaliados processualmente e, realinhados quando necessário, para que seja assegurada a utilização dos investimentos de forma eficaz e eficiente. O processo de M&amp;A também se constitui em uma estratégia fundamental na gestão de conhecimentos, vez que permite deixar um legado de aprendizados e análises críticas sobre experiências vivenciadas, favorecendo a construção de projetos futuros com maior probabilidade de acertos. Esse Caderno tem por objetivo disponibilizar, de forma estruturada, a prática de M&amp;A, com seus mecanismos, rotinas e potencialidades. Seu objetivo justifica seu título, cuja ideia fora concebida pela equipe de M&amp;A do Pró-semiárido, no bojo do trabalho de consultoria de sistematização das práticas da Unidade, de modo a deixar um legado social, contribuindo para a execução de trabalhos afins executados por outras equipes e projetos desenvolvidos no estado da Bahia. O documento pretende apresentar e orientar sobre o processo de monitoramento e avaliação de projetos de desenvolvimento público ou de organizações sociais, tendo como pano de fundo, a experiência da equipe de M&amp;A ao longo de quinze anos de atuação, junto aos Projetos FIDA no Estado da Bahia, oferecendo orientações e ferramentas que podem, de forma complementar, serem utilizadas como suporte, material de consulta ou mesmo como um ponto de partida para outras intervenções que tenham o M&amp;A como elemento constitutivo no processo de gestão. A elaboração deste caderno está pautada em documentos referenciais no âmbito do Projeto Pró-semiárido e nos Projetos anteriores do FIDA com a CAR. Neste instrumento buscamos apresentar as concepções principais que norteiam a prática cotidiana da equipe, relacionando conceitos básicos teóricos utilizados como referenciais - uma síntese da práxis do M&amp;A no Projeto Pró-semiárido, de modo a descrever a rotina da unidade dentro do contexto rural, numa esfera governamental com as ferramentas e mecanismos utilizados pelo M&amp;A no Pró-Semiárido e ressaltando a interface das práticas de M&amp;A com a gestão do conhecimento. O presente Caderno não tem a pretensão de se constituir um fim; pelo contrário, se propõe a ser um recurso em construção, à medida em que novas práticas e aprendizados vão sendo construídos, com outras intervenções e inovações em M&amp;A, a partir de necessidades reais de campo e de gestão que se apresentem. Trata-se de um documento dinâmico que será aprimorado ao longo de sua implementação, a partir dos compartilhamentos de experiências adquiridas e incorporadas pelos envolvidos nas diversas equipes e projetos e por seus leitores, em contínuo processo de reedição. É o desejo da equipe que este seja um material referência em M&amp;A e que seja utilizado como fonte de consulta para orientação aos gestores e equipes de M&amp;A quanto à necessidade de otimização das ações da Unidade no âmbito dos Projetos de desenvolvimento social, se constituindo em um legado disponibilizado pelos profissionais que compuseram a equipe no decorrer da execução dos Projetos Gavião, Gente de Valor e Pró-Semiárido. Compreende-se que cada realidade de intervenção de Projeto é única e que, nem sempre, os mesmos mecanismos de M&amp;A ou até mesmo a prática, serão aplicáveis em determinados contextos; porém, a equipe acredita que, em sendo um material de referência, poderá ser reeditado, sendo adaptado e contextualizado às diversas realidades sociais e culturais, no âmbito da execução de políticas públicas. Portanto, este instrumento deve ser utilizado como um elemento norteador apenas, considerando que cada projeto guarda em si suas peculiaridades, as quais devem ser respeitadas e tratadas com singularidade.</description>
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